NOVA IGUAÇU – A trajetória da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu ( FENIG ) está em destaque na exposição fotográfica “FENIG 50 ...
NOVA IGUAÇU – A trajetória da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu (FENIG) está em destaque na exposição fotográfica “FENIG 50 anos – Há meio século fazendo história”, aberta ao público no Complexo Cultural Mário Marques. A mostra celebra as cinco décadas da instituição, fundada em 1976, e apresenta registros raros que vão desde o documento de sua criação até os bastidores de grandes marcos da cidade.
Educação e Cultura Lado a Lado Criada originalmente para fomentar projetos educacionais e pesquisas, a FENIG evoluiu para se tornar o braço forte da cultura iguaçuana. O presidente da fundação, Miguel Ribeiro, ressalta que a exposição é um tributo à descentralização da arte e ao incentivo aos talentos locais. No acervo, o público pode conferir fotos de momentos icônicos, como o Festival de Artes, as Olimpíadas de Matemática e o Prêmio FENIG Destaque Iguaçuano.
Reconhecimento Histórico Durante a abertura, o prefeito Dudu Reina enfatizou a importância de preservar a identidade do município: “Nenhuma cidade avança se não respeitar quem a construiu. Hoje reconhecemos uma trajetória que contribuiu diretamente para o nosso desenvolvimento”. A mostra também homenageia nomes que passaram pela instituição, como a professora Maria Clara Borges, que liderou a implantação dos CIEPs na cidade.
A exposição faz parte de um calendário comemorativo que se estenderá por todo o ano de 2026, reafirmando o compromisso da fundação com a preservação do patrimônio histórico e artístico de Nova Iguaçu.
GUIA DE VISITAÇÃO
Onde: Complexo Cultural Mário Marques (Rua Getúlio Vargas, nº 51, Centro de Nova Iguaçu).
Período: Até 31 de maio de 2026.
Horário: Terça a sábado, das 10h às 17h.
Entrada: Gratuita.
O que ver: Documentos históricos, registros de festivais, prêmios e a evolução das políticas públicas na Baixada.
POR DENTRO DA FENIG (LINHA DO TEMPO)
1976: Fundação em 5 de janeiro pelo prefeito João Batista Barreto Lubanco.
Anos 80/90: Foco na expansão da rede educacional e suporte aos CIEPs.
Anos 2000 em diante: Fortalecimento dos editais culturais e fomento ao artesanato e artistas locais.
2026: Comemoração do Jubileu de Ouro com identidade visual especial e calendário de eventos.
